domingo, 14 de abril de 2013

Meditação da Mulher ,Um raspão na lei



Um raspão na lei



Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês. 1 Pedro 5:7

O momento é de confissão – e, quem sabe, de alguns sorrisos. Eu sei, você deve estar querendo saber qual foi o meu pecado. Bem, talvez não um pecado; mas, com certeza, tentei enganar.
A quarta-feira é meu dia mais ocupado. Leciono o dia todo na escola, com minhas duas horas de intervalo no meio. Primeiro erro: o relógio estava desligado na minha sala, e me confundi com o intervalo. Quando descobri que estava uma hora adiantada para as aulas da tarde, decidi dar uma passada na loja de artesanato. Os tecidos, lá, são muito lindos.
Enquanto dirigia pela Rua 48, meu celular tocou. Enquanto falava com minha filha, dobrei na esquina da Rua Van Dorn – sem ligar o pisca – e me vi, literalmente, olho no olho com um policial de moto. Ele girou aquela moto mais rápido que um relâmpago ensaboado e me fez parar. Atendi, com um sorriso nervoso, o seu pedido de apresentar carteira de habilitação, documentos do carro, cartão do seguro. Ele me garantiu que estaria logo de volta, e foi até a sua moto.
Aqui entra a trapaça. Estendi a mão, peguei o cinto de segurança e o fixei, bem apertado. O policial não havia mencionado que eu não o estava usando, e entendi que ele não percebera. Quando ele retornou, disse que falar ao celular prejudicava o ato de

dirigir com segurança, e concordei. E me deu uma advertência (fiquei satisfeita por ter fixado o cinto de segurança).
Quando cheguei à loja, precisei ir ao banheiro e corri para um compartimento – descobrindo tarde demais que não havia papel higiênico. Graças ao Senhor, havia uma mulher “na porta ao lado”. Contei-lhe sobre minha multa e, para cúmulo, a falta do papel higiênico. Ela deu uma boa risada e estendeu aquilo de que eu precisava.
Quando voltei ao meu carro, decidi ler a multa, e bem ali, preto no branco, o policial havia feito um círculo no item “Sem cinto de segurança”, além de eu não ter dado sinal ao dobrar a esquina. Então você vê. Teria sido melhor se eu não houvesse procurado enganar meu amigo, o policial. Ele fora misericordioso comigo, mesmo quando eu tentava me sair bem.
Isso faz com que você se lembre de alguma coisa? A verdade é: quando procuro assumir o controle, meu Pai celeste já foi misericordioso e cuidou de tudo. Por que é tão difícil recordar essa lição?
Nancy Buxton
Segunda, 15 de abril
Meditação da Mulher Fonte: Cpb.com

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