A Estrada Menos Percorrida
Pois o Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à
destruição! Salmo 1:6
“Em duas partiu-se num bosque a estrada, e eu... eu escolhi a menos percorrida
e isso fez toda a diferença” (Robert Frost).
A estrada menos percorrida ainda é o caminho para os seguidores de Jesus. Ele
nos disse: “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho
que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a
porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram” (Mt
7:13, 14).
Encontramos a descrição de dois caminhos no primeiro capítulo do livro de
Salmos. Um é o caminho do justo, “aquele que não segue o conselho dos ímpios,
não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores” (v.
1). Hoje poderíamos colocar da seguinte maneira: aquele que não trilha o
caminho do secular, dos valores materiais; aquele que não segue a maioria
simplesmente por ser um caminho mais fácil; aquele que se afasta da influência
destruidora do cinismo.
Para aqueles que trilham a estrada menos percorrida – o caminho de Deus – “sua
satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite” (v. 2). Para
os hebreus, a lei de Deus englobava mais do que os Dez Mandamentos, apesar de
os dez preceitos serem o auge da lei. A Torá (lei) englobava toda a revelação
da vontade divina disponível à humanidade. Para nós hoje, encontramos a
revelação da vontade divina na Bíblia, instrumento concedido pelo Senhor para
nos mostrar como viver.
Para aqueles que seguem a estrada menos percorrida, há vida em abundância. São
como a “árvore plantada à beira de águas correntes” que produz frutos
deliciosos e cujas folhas não murcham (v. 3). Tudo o que fazem “prospera”. Isso
não quer dizer que fiquem ricos ou que estejam protegidos contra dores de
cabeça e situações difíceis, mas que Deus está ao seu lado para o que der e
vier.
O mesmo não ocorre com os que escolhem o caminho largo. Eles são como a palha
levada pelo vento – hoje, eles parecem prosperar e viver a vida intensamente,
mas amanhã deixam de existir e caem no esquecimento (v. 4). Além disso, eles
enfrentarão o julgamento divino, ocasião em que todo ser humano será chamado a
dar contas a Deus de como utilizou o dom da vida que recebeu.
A estrada menos percorrida é o melhor caminho. É o caminho da plenitude de vida
aqui e agora – a oportunidade de estar plenamente vivo. É o caminho que leva à
felicidade eterna.
Meditação Diária 25-05-2012
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