O Menino que Perdeu o
Nome
Chamei-te pelo teu nome, tu és Meu. Isaías 43:1
– Eu não quero fazer oração! – reclamou o pequeno Daniel, de três anos de idade, na hora de dormir.
– Vamos lá! – a mãe tentou persuadi-lo.
– Não mesmo! Não quero! – E Daniel pulou para a
cama, cruzou os braços e fez cara feia.
Mamãe sentou-se na cama dele.
– Você sabe por que escolhemos o nome Daniel para
você? – perguntou ela.
Daniel balançou a cabeça.
– Porque Daniel foi um homem que sempre orava.
Lembra-se de que ele foi jogado na cova dos leões porque queria continuar
fazendo oração? Deus o livrou porque ele orava.
– Não me importo – retrucou Daniel. – Não quero
fazer oração.
– Está bem – disse a mamãe, levantando-se. – Acho
que não poderemos mais chamá-lo de Daniel daqui para a frente. Você será apenas
um menino sem nome.
Na manhã seguinte, quando Daniel apareceu para o
desjejum, ouviu a seguinte saudação:
– Oi, garoto! Sente-se aqui e tome o seu leite.
– Meu nome não é garoto; é Daniel – disse ele, mas
sua mãe fez de conta que não ouviu.
– Quer uma torradinha, garoto? – perguntou ela.
Durante todo aquele dia, ninguém o chamou pelo
nome. Ele começou a ficar com pena de si mesmo. Finalmente, decidiu fazer
oração – e obteve seu nome de volta.
Não são apenas os meninos de três anos que querem
ser chamados por seu nome; todos, de 3 a 93, acham que seu nome é o som mais
doce na face da Terra!
Nosso nome nos distingue de todas as demais
pessoas. Ser chamado pelo nome faz com que nos sintamos reconhecidos como um
indivíduo, alguém importante.
Gostamos das pessoas que se lembram do nosso nome.
Quando esquecem, concluímos que não se importam muito conosco.
Aqui estão algumas formas de recordar nomes:
1. Certifique-se de ter entendido bem o nome na
primeira vez em que o ouve. Não hesite em pedir que a pessoa o repita.
2. Use o nome imediatamente, na conversa.
3. Anote o nome, por escrito.
4. No fim do dia, procure relacionar nomes e
fisionomias.
5. Use o nome da pessoa, cada vez que for
cumprimentá-la.
Inspiração Juvenil
29-05-2012
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